Tratamento com flúor: benefícios, efeitos colaterais e muito mais

O tratamento com flúor não é algo dos últimos anos. Na realidade, essa substância já é usada para ajudar a prevenir problemas bucais, como as cáries, há mais de 70 anos em diversos países ocidentais.

Todavia, mesmo considerando os benefícios para algumas pessoas em termos de proteção dos dentes, há efeitos colaterais.

Nos próximos tópicos, vamos esclarecer os principais aspectos relacionados aos benefícios e possíveis problemas, entre outras considerações, desse tratamento. Continue a leitura e saiba mais!

Quais os benefícios do tratamento com flúor para os dentes?

Para os dentes, os benefícios dos tratamentos com base em flúor são diversos. Os principais são:

  • contribui no fortalecimento do esmalte dos dentes em desenvolvimento. Dessa maneira, os dentes das crianças ficam mais protegidos de bactérias e cáries;
  • tem um papel muito importante no processo de absorção dos minerais pelo corpo, a exemplo do fosfato e cálcio. Vale lembrar que os dentes reabsorvem esses minerais para recuperar e fortalecer o esmalte enfraquecido;
  • conforme a situação, pode retardar ou reverter o desenvolvimento de cáries, já que prejudica a proliferação das bactérias causadoras desse problema.

É claro, os benefícios gerais citados acima resultam em outros pontos positivos:

  • ajuda a economizar o dinheiro gasto com o dentista, assim como a quantidade de tempo de visitas e tratamento;
  • contribui para prolongar o período de vida dos dentes de leite;
  • ajuda a retardar o aumento da proporção das cavidades nos dentes;
  • evita a necessidade de a pessoa precisar de um tratamento dentário muito caro e;
  • evita as cáries!

Uma vez que tem um papel essencial na prevenção de danos causados pelas cáries, bem como no retardo do crescimento de bactérias, o tratamento com flúor também se torna importante para:

  • evitar a perda prematura de dentes;
  • reduzir a dor de dente;
  • prevenir diversas doenças gengivais.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os tratamentos com flúor podem melhorar significativamente a saúde oral de uma pessoal, sendo que isso é um importante indicador de saúde geral. Afinal, quando existe uma má saúde bucal todo o corpo pode sentir os efeitos negativos, o que inclui vários problemas de saúde, como doenças cardiovasculares.

Existem riscos do tratamento com flúor?

Independentemente do tratamento, mesmo os mais simples, é preciso considerar vários aspectos. Muitas pessoas desconhecem, mas os tratamentos com flúor, também, podem apresentar efeitos colaterais e alguns riscos ao paciente.

Por exemplo, quando realizados de maneira excessiva, em alguns casos, os dentes podem sofrer com descoloração (pequenas manchas ou listras brancas no esmalte).

Em excesso, o flúor também pode prejudicar os ossos, tornando-os mais quebradiços. Há, ainda, uma possibilidade eventual de um problema de pele, como irritações e acne.

Disfunção na tireoide, salivamento, vômitos, dor abdominais são outros efeitos colaterais que podem ser percebidos quando o corpo recebe um nível alto e agudo de flúor.

No entanto, esses pontos são a exceção à regra. Na maior parte dos casos, o tratamento com flúor não afeta em nada a pessoa. Aliás, problemas relacionados ao uso de flúor nos dentes são tão raros que a maioria das pessoas nem sabe que eles existem.

De quanto flúor você precisa?

Bom, isso depende de cada caso e da necessidade do paciente. Vale lembrar que essa substância está presente na água e nos cremes dentais. Todavia, o tratamento com flúor feito no consultório parte uma análise detalhada realizado pelo profissional e dos objetivos que se pretende. O importante é que tudo é muito seguro, rápido e eficiente e, como observado, os benefícios se estendem a longo prazo!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como periodontista e implantodontista em Barbacena!

Dr. Sérgio Caetano

Dr. Sérgio Caetano

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